quinta-feira, 10 de julho de 2008

Vistas de São Paulo




Gente, esse feriado fajuto no meio da semana me deixou meia desnorteada... Mas anyway, viva a Revolução Constitucionalista de 1932, e que em 2009 caia numa sexta-feira, please!

Um post poético, para descontrair... A São Paulo que eu vejo. Do meu quarto, vejo a torre da Gazeta, que aderiu à iluminação noturna toda colorida... E de dia, da minha mesa na redação, hoje descobri que vejo, ao looonge, a nova ponte do Morumbi, Otávio Frias de Oliveira. Legal, não?

Abomino o trânsito e a super lotação da metrópole, mas vamos combinar que São Paulo é apaixonante sob alguns pontos de vista....

3 comentários:

  1. São Paulo é MUITO apaixanante sob todos os meus pontos de vista. Amo essa cidade! Poderia escrever várias coisas que me encantam, mas vou fazer a poética, seguindo a linha do seu post, e colar a letra da música que eu acho que melhor define nosso estilo paulistano de ser.

    Sinfonia Paulistana

    Começou um novo dia, já volta
    Quem ia, o tempo é de chegar
    De metrô chego primeiro, se tempo é dinheiro
    Melhor, vou faturar
    Sempre ligeiro na rua, como quem sabe o que quer
    Vai o paulista na sua, para o que der e vier

    A cidade não desperta, apenas acerta a sua posição
    Porque tudo se repete, são sete
    E às sete explode em multidão:
    Portas de aço levantam, todos parecem correr
    Não correm de, correm para
    Para São Paulo crescer

    Vambora, vambora, olha a hora
    Vambora, vambora

    Vambora, vambora
    Olha a hora, vambora, vambora

    Vambora...

    XXXX

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  2. Nãããããõoooooo!!!!
    Essa musiquinha me lembra muito da minha infância!!!! Acordar às 06h para chegar no colégio às 07h! Vambora vambora tá na hora, vambora! AAAAAAAAAA queria quebrar o rádio!
    EM SÃO PAULO, O6 HORAS E VINTE E CINCO MINUTOS. REEEPITA!

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  3. hahaha! Isso mesmo, mas o tempo de ir à aula era mais bacana que esse de hoje, não era? Tempo esse que saímos correndo e nos maquiando no trânsito...tempo aquele que nos preocupávamos com as provas e não com as contas...tenho saudade!

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