
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
All we need is love

terça-feira, 8 de setembro de 2009
Le temps retrouvè



Yves desde jovem tinha a fala mansa, pausada e de volume acalentador. Já mais velho, a mesma voz frágil tornou-se trêmula e seu olhar revelou-se o de uma pessoa extremamente tímida e um tanto atormentada por sua própria genialidade. Em umas das cenas do documentário ele se assume como extremamente crítico, que se auto tortura e magoa. Forte, não? Muitas frases de efeito, dentre as quais: “Il n´y a pas de creations sans douleur” (Não há criação sem sofrimento) foi uma das que achei mais marcante. Em outra ele explica o porquê se inspirou no guarda-roupa masculino para suas criações: “Via que o homem tem muito mais confiança na sua vestimenta e quis trazer essa confiança às mulheres”. Yves conta porque foi o primeiro costureiro a contratar manequins negras em Paris. Aos três anos de idade Yves mudou a roupa de uma tia antes dela sair de casa, por não concordar com seu look. Pode isso? Quem gosta de moda tem que assistir, é de ficar emocionado com tudo o que ele representa. Em tempo: o nome é o mesmo da obra prima do filósofo francês Marcel Proust, leitura favorita de YSL.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Falando neles...

terça-feira, 1 de setembro de 2009
Brüno

Assisti ao novo filme do comediante inglês Sacha Baron Cohen e minhas "expectativas" foram confirmadas. Assim como em Borat, não consegui dar uma única risada. O início quando ele se propõe ser o austríaco mais famoso do mundo depois de Hitler, parecia promissor, mas depois tudo degringola. Ao invés de destruir o mundo da moda, que tem material de sobra a ser criticado e com certeza ridicularizado, o que seria uma experiência, digamos, interessante, ele cutuca o universo dos homossexuais e até a adoção de crianças pelos mesmos. O que deveria ser engraçado vira incômodo e até ultraje, como nas cenas em que ele submete o bebê negro a situações no mínimo delicadas. Vai ver que sou careta, mas é um humor que eu definitivamente não entendo.
Promenade

No último domingo, a região dos Jardins foi palco da terceira edição da Promenade Chandon. Esse ano, como não poderia deixar de ser, o tema foi Ano da França no Brasil e deliciosas músicas francesas fizeram parte da trilha sonora. Mais de 750 mil litros do espumante foram consumidos e os "visitantes" fizeram um tour dentre as lojas do quadrilátero mais luxuoso de São Paulo, formado pelas ruas Oscar Freire, Haddock Lobo, Bela Cintra. Entrar na Cartier, Louis Vuitton, Diesel, Armani, Marc Jacobs, apreciar a coleção e ainda tomar uma champonhota é sempre bem-vindo. Alors, vida longa ao Promenade.
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