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| Morri. Definição mais perfeita não há. |
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| Deuso. Muso eterno. |
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| Vogue Paris dezembro de 1960 |
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| Vogue Paris dezembro de 1950 |
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| Vogue British junho de 1950 |
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| Fergie super adotou o formato triangular nas unhas |
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| E Rihanna levou o triangular ao pé da letra. Abstenho-me de comentários. |
Lindezas, olha só que coisa mais baphônica esse site IF WE DON´T, REMEMBER ME. http://iwdrm.tumblr.com/ , vale muito a visita! Ele seleciona cenas célebres de filmes clássicos com imagens em gif (aquelas em movimento, que me causam uma certa irritação quando usadas em avatares no twitter) e as falas da determinada cena. Um deleite para cinéfilos e amantes da sétima arte ou apenas para relembrar os filmes que amamos. Eu como adoro um vintage movie e suas musas, amei os momentos memoráveis de Brigitte Bardot em Le mépris (O desprezo), filme de 1963 dirigido por Jean-Luc Godard. Me fala se tem mulher mais bonita que essa Brigitte Bardot, gente, pelo amor? ![]() |
| “Whenever I hear the word ‘culture’, I bring out my checkbook.” DE CAMOMILA, O CHÁ, NÉAHM, BEM? PRA LIDAR COM TANTA LINDEZA. |
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| “I like gods. I like them very much. I know exactly how they feel.” MODESTA A FOFA! |
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| “You like all of me? My mouth? My eyes? My nose? And my ears?” AH, MULHERES SEMPRE EM CRISE... |
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| “There’s nothing like the movies. Usually, when you see women, they’re dressed. But put them in a movie, and you see their backsides.” VERO. |
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| “I like CinemaScope very much.” OI? E o dentinho, gente? Muito sexy esse tal de diastema. |


Neste final de semana prolongado descansei e vi filmes. Disparado o que mais gostei foi 


Mais um evento do ano da França no Brasil, a exposição de Serge Gainsbourg no Sesc da Avenida Paulista é um mergulho na obra do múltiplo artista francês. Cantor, ator e diretor, Gainsbourg realizou em seus quarenta anos de carreira zilhares de intervencões na música e cinema. A mostra é bem sensorial, como um passeio em um labirinto repleto de referências de sua obra em frases, fotos, vídeos e áudio. Nas fotos, Serge (prova contundente de que beleza não é fundamental para os homens, afinal ele pegou até a Brigitte Bardot e vamos combinar que tá longe de ser sósia do Alain Delon...) e sua musa Jane Birkin, a inglesa que foi sua companheira de 13 anos e com quem teve uma filha, a hoje atriz e cantora Charlotte Gainsbourg. Qualquer semelhança com o sobrenome da bela e as bolsas mais cobiçadas da Hermès não é mera coincidência.
Com esse post fecho a série de recomendações de Buenos Aires. Para quem ama coisinhas vintage, tanto acessórios, roupas, bijouxs e decoração, a feirinha de San Telmo é o paraíso, sem sombra de dúvidas. Tem muita coisa legal, desde um telefone do início do século XX que vai funcionar na sua sala, até bolsinhas de festa da década de 40, passando por revistas femininas também do tempo do onça e por falar em onça, casacos de pele de outros Carnavais. Tá, pra falar a verdade desse último item aí tenho nojinho, não usaria roupas usadas por alguém desconhecido, mas quem não tem esses pudores vai se divertir muito por lá, tem vários achados. Quando passeei por lá, fazia uma tarde de sol delícia, sabe aquele solzinho de inverno acolhedor? Todo o bairro tem uma aura antiga muito interessante, charmosa sem ser nostálgica. Mas o casarão (ruínas, na verdade) da família Ezeiza (ziliardários, dão o nome ao aeroporto da cidade), que é um ponto turístico também, é de arrepiar. Juro que senti umas ghost vibes... Rs Mas, enfim, tudo é festa na cidade portenha: comida, compras, história, literatura. Amei, amei, amei e pretendo voltar em breve.
Essa é para os sortudos e sortudas que estão em Paris ou perto dali. Começou em 15 de abril e segue até 30 de agosto a imperdível exposição do lendário fotógrafo Henri Cartier-Bresson, na Maison Européene de la Photographie, com mais de 320 fotos do mestre. O MEP fica aberto de quarta a domingo, das 11hs às 19h45. Rue de Fourcy, 5 (perto do metrô Saint Paul e da Rue de Rivoli).



Nas minhas andanças e pesquisas infindáveis sobre os ícones da moda, encontrei um site que é um verdadeiro tesouro. O http://www.myvintagevogue.com/ tem capas, editorias e anúncios de revistas de moda desde a década de 20 até a de 60. Uma verdadeira viagem no tempo, com fotos incríveis... De cima para baixo, capa da Vogue de 1956, Harper´s Bazaar de 1943, editorial de 1938 e Jean Shrimpton, top da década de 60. 

Já tinha assistido meio pela metade e na televisão ao filme Cinderela em Paris, com a musa Audrey. E ganhei de aniversário de uma amiga querida o DVD do dito, cujo nome original é Funny Face. Me deliciei na tarde chuvosa de domingo assitindo ao longa, reparando em todas as suas nuances e vibrando com tudo... Imagine você a funcionária de uma livraria escondida em Nova York ser escolhida por um renomado fotógrafo de moda para ser a mais nova e badalada modelo da temporada e fotografar um editorial para uma mega revista de moda em... Paris! É realmente a história da gata borralheira que muda de vida e ainda encontra o príncipe encantado. Fofo! Fred Astaire, é inegável como excelente dançarino, mas como par romãntico deixou um pouco a desejar, não acham? Não tem nem de longe o mesmo appeal de Hepburn. Mas o filme é lindo, vale por Paris, por Audrey, pela história permeada de moda e livros, intelectualidade e frivolidade.... E os extras são bárbaros, revelam a história dos figurinos, do relacionamento da atriz com o então jovem e desconhecido costureiro francês Hubert de Givenchy.... delícia de programa para uma tarde ociosa.

