terça-feira, 14 de outubro de 2008

Galeries Lafayette


Colette


213 rue Saint Honoré
www.colette.fr

Fundação Pierre Bergé - Yves Saint Laurent


5 avenue Marceau
Métro Alma Marceau

Escadarias de Montmartre


Catedral de Notre Dame


Pantheon


Museu Picasso


Hôtel Salé 5, rue de Thorigny

Invalides


Roteiro parisiense


Segue em imagens tudo o que quero ver em Paris... Haja tempo e planejamento, mas estou indo tranquila para fazer tudo com calma, sentindo a cidade, numa boa.... Deeessa vez quero subir na torre e ver Paris de cima.

Sacre Couer


Centre Pompidou

www.cnac-gp.fr

Chanel da rue Cambon 31


Louvre


Versalhes


quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Jornalismo


VERDADE ou VAIDADE? A pergunta que não quer calar... Gente, to "de castigo", fechando revista, preciso me concentrar. Beijo, tchau.

Dias de Amélie


Revi ontem pela septuagésima quinta vez Amélie Poulain. Podem me xingar, mas não me canso. A trilha, os lugares, os personagens, a língua, tudo me fascina. E com a proximidade da viagem, quis rever alguns trechinhos de Paris, já que vou me hospedar no bairro onde o filme foi rodado: Montmartre. O Deux Molins, bar onde a fofa trabalha, por exemplo, realmente existe no arrondissement. A estação da foto é Abesses, na região, uma das mais charmosas da cidade. O filme é todo cheio de poesia, mas uma das frases que eu mais gosto é essa.

La chance est comme le Tour de France que l’on l’attends longtemps et puis ça passe vit, alors quand viens le moment il faut sauter la barrière sans hésiter.
L´homme de verre

Perdão


Aproveitando o Yom Kipur, respondo aos curiosos: apesar do sobrenome tradicional, não sou judia. Meu bisavô era, mas se casou com uma católica, com quem migrou para o Brasil ainda jovem e sem a família. Frequentava a sinagoga, mas não era lá muito religioso e quando vieram os filhos, a mãe falou mais alto na escolha entre batizado ou circuncisão. Mas admiro e respeito muito a religião judaica. Suas festas, suas datas, seus preceitos. Acho tudo muito coerente, repleto de significado e de força. Hoje, por exemplo, é celebrado o Dia do Perdão, em que os judeus fazem jejum e reflexão. É o dia de perdoar e pedir perdão, bem como no bom e velho "Perdoai os nossos pecados assim como nós perdoamos a quem nos tiver ofendido". Trabalho com algumas pessoas que seguem a religião e é uma data de fato super respeitada, um dia santo de oração e introspecção. Acredito que todos os credos levam à mesma luz, mas continuo me encantando com os rituais milenares que continuam sendo seguidos, com fé e amor, sejam eles budistas, hinduístas, protestantes ou espíritas.

Wish no Estadão

O retorno: seis anos depois, Raquel Zimmerman volta a participar de editorial de revista brasileira. A top número 1 do mundo surge de lingerie, em ensaio sensual assinado por Ruy Sanches Blanco, na nova edição de Wish. O styling é de Matheus Mazzafera.

Wish 25, em novembro! Aguardem!

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Coco before Chanel

Audrey Tautou, a atriz francesa de Le Fabuleux Destin d´Amelie Poulain, vai encarnar ninguém menos do que Mademoiselle Chanel, no filme Coco before Chanel, que vai retratar a juventude da estilista, antes de se tornar mito da moda. E pelo que eu li na biografia, antes da 31 Rue Cambon, tem muuuuita história pra contar. Infância em orfanato, encontros e reencontros amorosos, tentativa de carreira nos palcos e o início como modista. Com figurinos feitos por Karl Lagerfeld, atual comandante da maison Chanel, o filme tem tudo pra ser incrível e deve ser lançado no meio do ano que vem. Já estou na expectativa!

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Countdown


10 dias para Paris. Atmosfera outonal, clima que tá rolando por lá...

Vintage Croquis 70´s




Vintage Croquis 60´s












SIXTIE ROCKS!


Vintage Croquis 50´s




Fala se não dá vontade de correr para uma loja de tecidos e depois à costureira, como faziam as vovós? Que coisa fofa são esses croquis de moda vintage dos anos 50, 60 e 70. Gosto muuuuuito!

Sonia Rykiel



No desfile-festa que marcou os 40 anos de sua carreira, a estilista francesa que continua à frente de sua marca fez questão de revisitar clássicos de sua criação, como os maxi ternos femininos, as boinas e os maxi cardigãs, tudo numa atmosfera bohemian-bourgeouis fantastique. Os cabelões frisados e plataformas completaram a nostalgia.

Yves Saint Laurent


O mestre Yves morreu ainda este ano e sua memória ainda está viva na mente de seus admiradores. Que responsabilidade para o italiano Stefano Pilati, que não bobeou, matou no peito, dominou, chutou no ângulo e marcou com coleção coerente, bela e correta.

Hermés


Chique até o último fio de cabelo sem fazer nenhum esforço. Quer? Vista Hermés, que resgatou uma atmosfera meio contry/cowgirl e nem assim derrapou. Jean Paul Gautier parece ter gasto mais tempo trabalhando para a grife do que em sua própria coleção.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Dior


Conhecido por levar às passarelas coleções teatrais e dramáticas, John Galliano surpreendeu com um verão de formas discretas, comercial e colorido. A atenção antes desviada as excentricidades dessa vez focou-se toda nos vestidos. Femininos, ricos, poderosos. Quero tipo todos. Bravo.

Chanel







Karl Lagerfeld fez miséria com o branco e preto e abusou do tweed. Mademoiselle apladiu do além, peut-etre?



Semaine de la Mode de Paris


Quem tem medo da Anna Wintour põe o dedo aqui... Semanas internacionais rolando à toda, segue a minha seleção de Paris. Clássicos do chique revisitados, reeditados que sempre trazem algum elemento novo nas mãos de talentosos criadores. Divido aqui algo que considero meio uma mágica. Hermés revitaliza-se mas continua sendo Hermés, Chanel rejuvenesce mas continua sendo Chanel, Yves Saint Laurent ganha fôlego para seguir sendo Yves Saint Laurent, Dior se reinventa mas permanece sendo Dior... Nenhuma dessas grifes tradicionais apresentam coleções desenhadas pelo próprio fundador e sim por outro estilista eleito para dar continuidade à marca sem deixar de honrar suas características fundamentais. Tarefa difícil. Porém cumprida.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Ferragamo a tiracolo




A quem possa interessar, a bolsa que Anne Hathaway usou para ir ao David Letterman Show dia 1º de outubro era uma legítima Salvatore Ferragamo. Mais precisamente o modelo Diana, feita de couro de carneiro, com alça trançada e tiras entrelaçadas. Ela não é uma fofa? Linda e chique, sempre acerta no modelito e nos acessórios.

Cheirinho de Verão

Quem procura um perfume leve para a temporada das altas temperaturas provavelmente vai achar seu preferido entre um dos lançamentos de Kenzo, na coleção floral Les Eaux de Fleur. Inspirada em árvores japonesas , a coleção traz aromas da Flor da Seda, Flor de Chá e Flor de Magnólia. A cada ano, a coleção ganhará uma nova fragrância de mais uma flor. Preço sugerido é R$150 pelo frasco de 50ml. No Duty Free ainda mais baratinho...

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Viktor & Rolf Fashion Show


Quer assistir em primeira mão ao desfile de Primavera-Verão 2009 da dupla holandesa Viktor & Rolf? Então corre pro site deles: http://www.viktor-rolf.com/ e reserve seu lugar na primeira fila. É isso mesmo, o desfile só vai ser visto na internet e você pode ser um dos primeiros a assistir os novos looks da grife ousada e inovadora. Isso é que é democratizar a moda mesmo. Eu assisti só um trechinho, porque a conexão precisa ser rápida, o que não é bem meu caso right now, mas o que vi eu gostei. Vai lá!

Wish Report 4 anos




Pessoal, a Wish Edição Especial de Aniversário já está nas bancas! E no site http://www.wishreport.com.br/ uma novidade muito legal: você pode folhear a revista, virar as páginas. ver todo o conteúdo da edição! Está lá minha entrevista com Isabeli Fontana, a matéria sobre o Museu dos Perfumes, em Grasse, na Provence... e tem arte, moda, música... Divirtam-se!

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Em Paris

Calma, ainda não é minha situação geográfica real, é apenas o nome de um filme de Christophe Honoré. Com Louis Garrel (alguém me explica...), Romain Duris (o mesmo de Albergue Espanhol, vocês viram? É barbaro!) ... A história é basicamente sobre um cara que está se recuperando da dor de cotovelo pós-separação e se abriga na casa do pai cheio de boas intenções porém atrapalhado, onde tem a companhia do irmãozinho mais novo, cheio de vida, animado, divertido e amante inveterado. Uma homenagem de Honoré à Nouvelle Vague de Truffaut, o filme se concentra nos diálogos, na performance dos atores, na qual se capta até o ritmo da respiração... E em Paris, bien sûr. Bom e típico fruto do Cinema français, quem gosta ama, quem não gosta detesta. Eu, já sabem!